
O Instituto Nacional de Gestão e Redução do Risco de Desastres (INGD) e parceiros avaliaram, no segundo dia do seminário, a activação e implementação dos Planos de Acções Antecipadas (PAA) à seca da época 2024/25, de acordo com o relatório apresentado pelo Consultor. A avaliação mostra avanços, com o sistema rápido e coordenado, destacando-se a redução do tempo de activação de 60 para 32 dias. Ainda assim, concluiu-se que a elevada execução não garantiu impacto uniforme, sendo necessário melhorar a qualidade, a padronização e a sustentabilidade das intervenções.
A Delegada Provincial do INGD em Maputo, Sarah Matches, afirmou que: “Verificamos os pontos fortes, as lacunas, os constrangimentos e as perspetivas futuras”. Apontou ainda os desafios no aviso prévio, na escolha das actividades e na expansão dos PAA para mais distritos, além da necessidade de garantir financiamento sustentável.
Nos trabalhos em grupo, destacou-se o reforço da coordenação multissetorial, a melhoria dos sistemas de monitoria e a necessidade de mobilização de mais recursos, incluindo a integração de sectores como educação e nutrição. No fim, Sarah Matches reiterou que as acções antecipadas já demonstram impacto positivo, mas defendeu maior investimento e coordenação contínua para tornar o sistema mais abrangente, previsível e eficaz no apoio às comunidades vulneráveis.










