O AUMENTO do tempo de antecipação dos eventos extremos de um dia em 2016 para seis actualmente tem minimizado o impacto negativo dos fenómenos naturais, com destaque para a prevenção da perda de vidas humanas.
O incremento é resultado das intervenções visando mitigar os efeitos das mudanças climáticas levadas a cabo pelo Governo através dos institutos nacionais de Meteorologia (INAM) e Gestão do Risco de Desastres (INGD).
Acácio Tembe, meteorologista no INAM, referiu que o Sistema de Aviso Prévio inclui uma lei e plataforma que permite a divulgação de informação antecipadamente, o que traz impacto nas comunidades.
Precisou que dentro do sistema foram igualmente introduzidas acções de antecipação a cheias e ciclones faltando 96 horas para a ocorrência do evento.
Indicou que o facto está a facilitar a retirada das comunidades das zonas de risco bem como a actuação do INGD no que tange à alocação de bens de socorro, comida, água, medicamentos e de assistência.
No entanto, o “Notícias” soube que o Governo, nos seus planos de investimento, prioriza acções de prevenção e adaptação às mudanças climáticas, uma vez que o país
é um dos mais vulneráveis às cheias, secas e ciclones.
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